Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda
(Sel. e Trad.). Grandes vozes líricas
hispano-americanas. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. p. 371.
SÁNCHEZ, Homero Icaza. Natureza-morta.
Tradução de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. In: FERREIRA, Aurélio Buarque
de Holanda (Sel. e Trad.). Grandes vozes
líricas hispano-americanas. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1990. p. 117.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda
(Sel. e Trad.). Grandes vozes líricas
hispano-americanas. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. p. 71.
quando eu plantei roseiras, eu colhi
sempre rosas.
...Decerto, aos meus ardores, vai
suceder o inverno:
Mas tu não me disseste que maio
fosse eterno!
Longas achei, confesso, minhas
noites de penas;
Mas não me prometeste noites boas,
apenas,
E em troca tive algumas santamente
serenas…
Fui amado, afagou-me o Sol. Para quê
mais?
Vida, nada me deves! Vida, estamos
em paz!
Referência:
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda (Seleta e Tradução). Grandes vozes líricas hispanoamericanas. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. p. 37.
e canários mais louros do
que o alpiste. Referência: FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda (Seleta e Tradução). Grandes vozes líricas
hispanoamericanas. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. p. 97-99. J.A.R. - H.C.
Jogando um futebol aplicado, com
determinação e maior poder de finalização que o seu adversário, além de contar
com boa dose de sorte, a Seleção Canarinho mostrou a sua força, com poder de
recuperação que nem o mais otimista de seus torcedores seria capaz de imaginar.
O resultado de ontem, Brasil 3 x
0 Espanha, pode assombrar aqueles que não assistiram ao jogo. Mas, no plano das
meras propensões, a julgar pelo ocorrido em semifinais de torneios
internacionais, era quase certo que, ao fim, a Amarelinha lograsse tal êxito.
Digo isso pautado no histórico de
jogos em que times, contra os quais seus adversários pelejaram na semifinal até
a prorrogação do jogo, acabaram por ter sucesso na decisão, no mais das vezes
com placares elásticos. Senão vejamos:
Copa de
70: semifinal em que a Itália jogou prorrogação contra a Alemanha e, na
final, perdeu para o Brasil por 4 x 1;
Copa de
82: semifinal em que a Alemanha pelejou na prorrogação contra a França e,
ao final, sucumbiu por 3 x 1 para a Itália; e
Copa de
98: semifinal em que o Brasil jogou prorrogação contra a Holanda e, na
final, caiu fragorosamente para a França por 3 x 0;
Portanto, os 3 x 0 de ontem não
chegam a ser, assim, tão inesperados.
Quanto ao futebol jogado pela
Espanha, parece-me que chegou ao limite de suas possibilidades, pautadas estas pela
proposta de toque de bola à exaustão. Perceba-se que o Barcelona, base do time
europeu, já passou, neste ano, a sua segunda temporada sem chegar às finais da
Copa dos Campeões.
Tal fato sugere que os seus
adversários atingiram um ponto de acomodação para sustentar quaisquer pressões
por posse de bola, tornando-se mais eficazes – e aqui vai um termo com o sentido bem afeito à esfera da administração!
– que o elenco catalão, no plano das finalizações ao gol.
Com efeito, é eloquente os 7 x 0,
no placar agregado, imposto recentemente pelo Bayern de Munique ao Barcelona,
como que a ratificar a tese de que este, sem contar com a contribuição decisiva
de Messi, nivela-se a qualquer outro time. Aliás, é notória a contribuição do
argentino para as conquistas do Barcelona: sem ele, pouco ou nada feito!
Entretanto, não é bem assim: o
Barcelona e, por extensão, a seleção espanhola, detém ainda um poder de toque de
bola incontrastável, embora prescinda de poder de ataque para materializar no
placar a sua supremacia. Isto é: trata-se de um time eficiente, com limitada
eficácia. Os números da Copa de 2010 confirmam essa hipótese: venceu três
mata-matas por 1 x 0, inclusive a final contra a Holanda.
Transitando agora para o material
humano disponível, nota-se que o elenco espanhol, sob a ótica deste observador,
possui apenas dois jogadores acima da média: Iniesta e Xavi. Os demais
jogadores são atletas com perfil normal. É o mencionado toque de bola que faz a
força de seu envolvente futebol.
Por fim, resta um derradeiro
comentário: o fato de o Brasil haver vencido a Copa das Confederações 2013 não
o torna favorito para a Copa de 2014. Faltam ainda, a serem melhor
analisadas, as seleções da Alemanha e da própria Argentina. Brasil, Itália e
Espanha bem já o vimos!
Abstraindo o uso político, positivo ou negativo, que se
possa atribuir ao filme, o fato é que se trata de uma obra como poucas, a
provar que para se fazer bom cinema não há necessidade de orçamentos
bilionários como os de Hollywood. E com relação ao enredo, tudo ali está: os
diferenciais de classe – duas famílias, evidentemente, com níveis de renda
bastante distintos –; tratamentos não igualitários para homens e mulheres; institutos
de guarda familiar e da seara penal muito bem caracterizados; e, para fechar,
um exemplar daquilo que algumas feministas denominam por “ética do cuidado”, só
que mediante um caso que não convergiria para dar sustentação aos seus
argumentos: a de um filho que, compreendendo a situação de incapacidade físico-mental
do pai, não o abandona!
Alem disso, o filme revela algo que se deveria averiguar com
mais atenção: a relação que se dá, no âmbito da questão jurídica, é direta, entre
o pretendente, autor ou réu, com o juiz da causa. Isto é: não se veem
advogados! Para pensar: isso de fato ocorre na sociedade iraniana?
Seja como for, a película é digna do Oscar de Melhor Filme
Estrangeiro que recebeu em 2012!
Vejam a foto que tirei na quadra SQN402 onde moro: no domingo passado, 2/6/13,
uma criatura que se pode denominar por “animal”, puto ou doido com a vida,
resolveu esbravejar com as pessoas do Bloco H e esquartejar todas as árvores
que, ingloriamente, ali estavam se sustentando vivas desde meados de 2007.
Não satisfeito, depois de toda essa “obra”, resolveu lançar desafios a um casal
que andava de bicicleta na via que se observa no click. Mas o rapaz não se fez
de rogado: foi lá, deu um esporro no vândalo, que baixou a crista na hora!
Este, por sua vez, tirou o blazer do corpo – é mole, mendigo com blazer?! – talvez para se descaracterizar da polícia, fez sinal para um ônibus azul que passava
naquele momento, e nele entrou pela porta de trás!
A ciclista, esposa do rapaz valentão, disse-me que, ao ligar para a polícia,
recebeu como retorno a informação de que era a 10ª pessoa a dar ciência do
fato.
Mas se vocês pensam que apareceu algum policial no local, ledo engano: nenhum
“animal” fantasiado de policial foi capaz de se deslocar ao local para ver o seu
congênere promover essa festa!
Moral da história: “tadinhas” das árvores que, com a seca que vem por aí,
passarão a ser simples memória das pessoas que, um dia, as viram de pé!
O que nos promete o próximo final de semana?! (rs)...
"Para a iniciação nos mistérios do amor, o
caminho certo é começar com exemplos de beleza neste mundo e usá-los como
degraus para ascender continuamente ao objetivo final – a beleza absoluta. Essa
região está acima de todas as outras, na qual a verdadeira vida humana deveria
ser vivida na contemplação da beleza absoluta. Eles a verão como absoluta,
existindo apenas por si própria, única, eterna, e todas as outras coisas belas
associadas a ela, de tal forma que, quando nascem e morrem, não apresentam
nenhum acréscimo ou diminuição, ou sofrem qualquer mudança. Quem contempla a
beleza absoluta e com ela permanece em união constante será capaz de criar não
apenas imagens refletidas da bondade, mas também a verdadeira bondade, pois
estará em contato não com um reflexo, mas com a verdade. E, tendo criado e nutrido
a verdadeira bondade, terá o privilégio de ser adorado por Deus, e tornar-se,
se algum dia um ser humano for capaz, imortal. Por essa razão, é dever de todo
ser humano honrar o amor".
Depois de dois dias perdidos, a tentar operar o endereço do Banco do Brasil na internet, é realmente preocupante observar que o setor de Tecnologia da Informação da referida instituição está deixando muito a desejar!
Aliás, um fato interessante é que, até as 8h 30min de ontem, 1º/4/13, ainda consegui realizar alguns agendamentos de pagamentos para este mês (abril/13).
Contudo, depois que o Windows requereu-me autorização para atualizar o Java Oracle (atualização de 1º/4/13, é óbvio!) - e eu a deferi -, o bug em apreço se tornou renitente...
Agora uma pergunta: o que o BB estará fazendo com a quantidade enorme de recursos parados em contas correntes de servidores públicos - federais ou não -, os quais, em vista do exposto, não estão a operá-las?
Nada?! Será possível?!
"Tadinho" de mim, que acredito em tudo o que me dizem! (rs).