Alpes Literários

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UM PASSEIO PELOS ALPES LITERÁRIOS

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Charles Dickens - Conto de Natal (Capítulo 6)

Para ler o Capítulo 5, acesse o seguinte link.

DICKENS, Charles. Conto de Natal. Adaptação de Isabel Vieira. São Paulo: Rideel, 2003. (Coleção Aventuras Grandiosas)

Capítulo 6 (Págs. 17–19)
Festa na casa de Fred
Scrooge e o espírito continuaram a andar pela cidade. Ia escurecendo e começava a nevar. Eles admiravam o esplêndido brilho do fogo nas cozinhas, nas salas, em toda parte. Aqui, através da janela, viam-se os preparativos para um jantar.
Ali, um grupo de crianças saía correndo de casa para receber os tios e primos.
Adiante, ouviam-se as conversas calorosas das famílias reunidas.
De repente, sem aviso algum, Scrooge e o espírito acharam-se num charco deserto, entre enormes penedos que pareciam sepulturas de gigantes. A vegetação era paupérrima e a água estendia-se por tudo.
– Que lugar é este? – perguntou Scrooge.
– É onde vivem os mineiros que trabalham nas entranhas da terra – explicou o espírito. – Mas nem por isso deixam de me festejar.
Na janela de uma cabana brilhava uma luz. Passaram através da parede, feita de pedra e lama, e depararam com uma cena encantadora: um casal de velhos rodeado pelos filhos, netos e bisnetos, junto de um belo fogo, todos com suas melhores roupas, comemorando o Natal.
O espírito não se demorou ali. Ordenou a Scrooge que se agarrasse bem à sua túnica e se dirigiu para o mar. Era indescritível o horror de Scrooge ao ver distanciar-se a linha dos rochedos e ouvir o ruído das ondas. Distante da costa, destacava-se um farol solitário. Mesmo nesse lugar isolado, os dois guardas do farol improvisaram uma lareira e ergueram os copos num brinde.
O fantasma caminhou muito sobre as águas e pousou com seu convidado num navio. O marinheiro do leme, os oficiais da guarda, todos os homens da tripulação pareciam espectros sombrios nos seus postos. Uns cantavam em voz baixa canções de Natal, outros recordavam natais passados e seus remotos lares.
Não havia ali ninguém que nesse dia não tivesse palavras de carinho para com os companheiros e não se lembrasse da família ausente, com a certeza de também ser lembrado por ela.
Scrooge ouvia o rugir do vento e refletia sobre tudo aquilo, quando o fio de seus pensamentos foi cortado por uma estrondosa gargalhada. Surpreso, viu-se numa sala confortável e iluminada. Maior surpresa teve ao reconhecer que o rapaz que dava aquelas gostosas risadas era o filho de sua irmã.
– É a casa de Fred, meu sobrinho! – exclamou.
Jamais conheci ninguém que risse melhor do que esse rapaz, e se você tiver notícia de alguém assim, leitor, apresente-me, porque quero cultivar sua amizade.
Tal como a dor e as lágrimas, o riso e o bom humor são contagiosos. Quando o sobrinho de Scrooge ria, todos ao redor faziam o mesmo.
– Ah! Ah! Ah! Ah! Meu tio disse que o Natal é uma tolice, garanto!
– Que vergonha pensar assim! – exclamou a esposa de Fred, uma jovem muito bonita e simpática, com uma covinha em cada face.
– É um tipo estranho – disse Fred. – Podia tentar ser mais agradável, é verdade, mas quem sofre com seu mau humor é ele mesmo.
– Dizem que é muito rico. É verdade? – perguntou um dos convidados.
– Sim, porém a riqueza não lhe serve para nada. Vive sem conforto e não faz bem a ninguém. Ah! Ah! Ah!
– Não tenho paciência para aturá-lo! – disse a esposa de Fred.
– Eu tenho – replicou o marido. – Sinto pena dele. Não aceitou vir jantar conosco e perdeu todas estas delícias, não é verdade?
Os amigos, que haviam acabado de comer e agora conversavam à volta do fogo, concordaram. Fred deu outra gargalhada e continuou:
– Pena tio Scrooge não estar aqui, pois este alegre convívio lhe faria bem.
Todos os anos, quer ele se zangue ou não, vou convidá-lo porque tenho dó dele.
Pode zombar do Natal até morrer, mas eu o procurarei sempre com a mesma alegria e lhe direi: “Como está, tio Scrooge? Venha jantar conosco”.
Depois do chá houve música e jogos. A mulher de Fred tocou uma ária que fez Scrooge recordar de sua falecida irmã. Quando ouviu os compassos da música, ele se emocionou pensando que, se a tivesse escutado mais vezes no decorrer dos anos, teria sido mais feliz. Entusiasmou-se também com os jogos de adivinhação, dos quais participavam umas vinte pessoas. Scrooge era bom nessas brincadeiras.
Chegou a esquecer que não podiam ouvi-lo e gritava seus palpites aos jogadores, alegre como uma criança.
O espectro estava tão feliz ao vê-lo que olhava para ele com carinho, como se Scrooge fosse um menino. Porém, tinha chegado a hora de partir.
– Ah, só mais um pouquinho, espírito! Deixe-me ver outro jogo!
O espírito não atendeu ao pedido, e Scrooge viu-se novamente andando ao lado dele por muitos lugares. Visitaram hospitais, asilos, prisões. Viajaram a terras longínquas, onde viram os habitantes reunidos. Entraram em casas de pobres e Scrooge julgou-os ricos. Em todos os refúgios miseráveis onde a soberba humana não impediu sua entrada, o espírito deixou bênçãos.
Scrooge estava achando a noite demasiado longa. Observou ainda que, enquanto ele permanecia com a mesma aparência, o espectro ia envelhecendo.
– Minha vida neste mundo é muito breve. Termina esta noite – disse o espírito do Natal presente.
– Esta noite?
– Sim, à meia-noite.
– Desculpe-me a pergunta – disse Scrooge. – Vejo algo debaixo do seu manto e não consigo descobrir se são pés ou garras.
– Aqui estão! – mostrou o espírito, tirando das dobras do manto duas crianças hediondas, esquálidas, enrugadas, esfomeadas, de mau semblante.
Scrooge recuou aterrado e, suspeitando que fossem parentes do espírito, não teve coragem de expressar seu horror. Perguntou apenas:
– São seus filhos?
– São filhos do Homem. O garoto chama-se Ignorância, e a menina, Miséria.
Você deve temê-los, pois em suas testas está escrito: “condenação”.
O sino da igreja bateu meia-noite. Scrooge procurou o espírito, mas ele havia desaparecido. Quando soou a última badalada, lembrou-se da predição de Marley. Ergueu os olhos e deparou com um outro espectro, que caminhava para ele envolto em vapor.
Para ler o Capítulo 7, acesse o seguinte link.

J.A.R. - H.C.

sábado, 16 de novembro de 2013

Charles Dickens - Conto de Natal (Capítulo 5)

Para ler o Capítulo 4, acesse o seguinte link.

DICKENS, Charles. Conto de Natal. Adaptação de Isabel Vieira. São Paulo: Rideel, 2003. (Coleção Aventuras Grandiosas)

Capítulo 5 (Págs. 14–16)
O espírito do Natal presente
Scrooge despertou de um sono profundo e sentou-se na cama para pôr as ideias em ordem. O relógio ia bater uma hora. Notou que havia acordado no momento exato em que deveria chegar o segundo espírito enviado por Marley.
Julgava-se preparado para tudo, mas não estava preparado para nada. Quando o relógio deu uma hora e nenhum espectro apareceu, foi sacudido por um violento tremor. Cinco minutos, dez, quinze se passaram, e nada! Scrooge continuou na cama, iluminado por um feixe de luz que incidira sobre ele e que o apavorava mais que uma dúzia de fantasmas. Afinal, percebeu que a luz vinha do quarto ao lado. Levantou, calçou os chinelos e dirigiu-se para a porta.
Ao colocar a mão na fechadura, Scrooge ouviu uma voz chamá-lo pelo nome e lhe ordenar que entrasse. Ele obedeceu.
O quarto estava irreconhecível, com as paredes e o teto totalmente forrados de folhagens verdes, semelhantes a um bosque. Folhas de azevinho e hera refletiam de tal forma a luz, que parecia haver ali uma infinidade de espelhos. Uma linda labareda subia pela chaminé. No chão, viam-se perus, patos, galinhas, leitões, pastéis, bolos, castanhas assadas, maçãs, peras e taças de vinho espumante.
Ao lado estava sentado um risonho gigante, segurando um archote aceso, como se ele fosse a cornucópia da abundância.
– Entre e me examine bem, homem! – disse o espírito.
Scrooge entrou timidamente e evitou encará-lo.
– Sou o espírito do Natal presente – disse o espectro. – Olhe para mim!
A criatura vestia um roupão guarnecido com arminhos, meio aberto no peito. Os pés estavam descalços. Na cabeça, em vez de chapéu, usava uma coroa de ramos de azevinho presa por pingentes de gelo. Seus caracóis negros caíam livremente, deixando a descoberto a expressão cordial dos olhos. A voz meiga e a mão aberta inspiravam franqueza e liberdade.
– Nunca viu ninguém parecido comigo? – perguntou o espírito.
– Nunca.
– Não conheceu meus irmãos mais velhos?
– Creio que não – disse Scrooge. – Você tem muitos irmãos?
– Mais de mil e novecentos…
– Uma família numerosíssima para sustentar… – balbuciou Scrooge.
O espectro do Natal presente se levantou.
– Espírito! – disse Scrooge com submissão. – Leve-me aonde quiser. Na noite passada recebi uma grande lição. Ensine-me o que preciso aprender.
– Toque no meu manto!
Scrooge fez o que ele mandava. Heras, folhagens, perus, gansos, patos, galinhas, pastéis, vinho espumante, tudo desapareceu instantaneamente, assim como a lareira, e eles se acharam nas ruas da cidade na manhã do dia de Natal, onde o povo produzia uma espécie de música agradável ao quebrar o gelo que obstruía as portas das casas. A cor escura das fachadas dos prédios contrastava com a alvura da neve que cobria os telhados. Nada havia naquele céu sombrio que pudesse causar alegria. No entanto, todos pareciam felizes e contentes.
Crianças riam jogando bolas de neve umas nas outras. As lojas de aves e frutarias ostentavam esplêndidas riquezas: enormes cestos de castanhas, cebolas douradas e redondas, pirâmides de peras e maçãs, lindos cachos de uvas. E as mercearias, então! Tinham as vitrinas apenas entreabertas, mas o suficiente para ver o que acontecia lá dentro. Não era só o tilintar das balanças pesando mercadorias, nem a rapidez com que os embrulhos eram feitos, nem o delicioso aroma do chá e do café, nem a alvura das amêndoas, nem as frutas secas, polvilhadas de açúcar, que desafiavam o apetite até dos menos gulosos, nem muitas outras coisas enfeitadas para o Natal e boas para comer; não era só isso. Era também a alegria dos fregueses, que se esbarravam na entrada, e se esqueciam das compras para conversar, enquanto os empregados corriam de um lado a outro, atendendo a todos com paciência e satisfação.
Os sinos tocaram, chamando o povo para a igreja. Grupos com as mais belas roupas surgiam nas ruas. Nas vielas e becos, viam-se pobres levando seu farnel para assar no forno das padarias. Estes pareciam interessar demais o espírito, pois, conforme passavam, ele os aspergia com o incenso do archote.
Extraordinário archote era esse! Scrooge observou que nas raras vezes em que os pobres trocavam palavras ásperas, bastou o espírito lançar algumas gotas de incenso para entenderem que não se devia discutir no dia de Natal.
– Há algum sabor particular nessas gotas? – perguntou Scrooge.
– Há, é o meu sabor.
– Pode-se aplicá-lo em qualquer mesa de jantar no dia de hoje?
– Sim, em qualquer mesa em que reine a cordialidade, mas especialmente na dos pobres.
– Por que na dos pobres?
– Porque são os pobres que mais precisam dele.
Depois os sinos cessaram, as padarias se fecharam, e o espírito carregou Scrooge, sempre agarrado ao seu manto, a uma humilde casinha no subúrbio. Parou na entrada e a aspergiu com o archote, abençoando a morada onde Bob Gratchit, o empregado de Scrooge, vivia com a família.
A esposa de Bob, usando um vestido modesto, mas gracioso, arrumava a mesa, ajudada pela filha Belinda. Peter, o rapaz mais velho, metido em roupas do pai, mergulhava o garfo no tacho das batatas, enquanto os dois menores, um garoto e uma menina, corriam dizendo que a padaria cheirava muito bem e que o pato que estava assando só poderia ser o deles.
– E Marta que não chega! – disse a mãe. – E seu pai? E Tim?
Logo Marta, a filha mais velha, chegou do serviço. Em seguida, entrou Bob Gratchit com o pequeno Tim nos ombros, segurando suas muletas e com o aparelho de ferro nas perninhas. Depois de muitos beijos e abraços, puseram Tim sentado junto à lareira. Bob preparou licores e Peter e os irmãos menores foram buscar o pato, voltando com ele em triunfo.
Nunca se vira um pato como aquele! Sentados à mesa, todos elogiaram a brancura da carne e o tamanho do assado, saboreando-o com enorme prazer. As exclamações de alegria redobraram quando a mãe tirou do forno o bolo de Natal.
Depois da refeição, limparam tudo e sentaram-se ao pé do fogo para assar castanhas e provar um gole de licor. O pai fez um brinde.
– Que Deus nos abençoe a todos! Feliz Natal! – disse Bob Gratchit.
– Que Deus proteja cada um de nós! – pediu o pequeno Tim.
– Espírito! – disse Scrooge, com um interesse que nunca sentira antes. – Tim viverá muito tempo?
– Vejo uma muleta sem dono e um lugar vago na lareira – respondeu o espírito.
– Se o futuro não mudar essas sombras, é certa a morte do menino.
– Não, não! – suplicou Scrooge. – Diga que o garoto será poupado!
– É melhor que ele morra, assim se diminui o excesso de população.
Ao ouvir o espírito repetir suas próprias palavras, Scrooge sentiu que o remorso o abatia. Curvou a cabeça, tremendo, enquanto Bob brindava:
– À saúde do Sr. Scrooge!
– Mas, querido, não se pode propor um brinde a uma pessoa tão odiosa, cruel e dura como o Sr. Scrooge! – reclamou a esposa.
– Querida – recriminou-a brandamente o marido. – Hoje é dia de Natal!
– É verdade, querido. Que Deus dê a ele um ano cheio de alegrias!
Para ler o Capítulo 6, acesse o seguinte link.

J.A.R. - H.C.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Brasileirão 2013 - Fim da 34ª Rodada - Projeção para o Fim

Prezado(a)s amigo(a)s do futebol,

Passadas mais duas rodadas do Brasileirão 2013, com o Cruzeiro agora já como grande campeão, trago-lhes as novas projeções do Modelo Esotérico-Matemático, num momento em que restam apenas quatro prélios para cada equipe:

Pos.
P.R.
25ª R.
P.R.
30ª R.
P.R.
32ª R.
P.R.
34ª R.
Pts. Proj.
1
1
Cruzeiro
1
Cruzeiro
1
Cruzeiro
1
Cruzeiro
82,4
2
2
Grêmio
2
Grêmio
5
Goiás
2
Atlético-PR
62,2
3
5
Atlético-MG
3
Atlético-PR
2
Atlético-PR
4
Goiás
61,7
4
4
Atlético-PR
6
Atlético-MG
3
Grêmio
3
Grêmio
60,1
5
3
Botafogo
4
Botafogo
4
Botafogo
5
Botafogo
57,7
6
7
Santos
5
Goiás
6
Atlético-MG
6
Atlético-MG
57,4
7
6
Vitória
7
Vitória
7
Vitória
10
Corinthians
56,5
8
8
Fluminense
10
São Paulo
8
São Paulo
7
Vitória
54,5
9
9
Corinthians
8
Santos
10
Flamengo
8
São Paulo
53,0
10
14
Portuguesa
9
Inter
9
Santos
9
Santos
52,2
11
12
Goiás
11
Flamengo
12
Corinthians
12
Flamengo
48,9
12
10
Inter
12
Corinthians
11
Inter
11
Inter
48,3
13
11
Flamengo
13
Portuguesa
14
Portuguesa
14
Coritiba
44,5
14
13
Bahia
15
Fluminense
13
Coritiba
13
Portuguesa
44,4
15
17
São Paulo
16
Bahia
15
Bahia
15
Criciúma
42,3
16
15
Coritiba
14
Coritiba
17
Vasco
16
Fluminense
42,3
17
16
Vasco
17
Vasco
16
Fluminense
17
Bahia
41,9
18
18
Criciúma
19
Ponte Preta
18
Ponte Preta
18
Vasco
40,3
19
19
Ponte Preta
18
Criciúma
19
Criciúma
19
Ponte Preta
36,8
20
20
Náutico
20
Náutico
20
Náutico
20
Náutico
19,0
P.R. => Posição Real na Tabela.
Nota: Projeção considerando os dez últimos jogos realizados por cada equipe.

Quanto às probabilidades calculadas por ‘sites’ especializados, ofereço-as sem tecer maiores considerações:

Posição
Clubes
UFMG - Matem.
Chance de Gol
Infobola
Média
P.R.
Times
Prob. Camp. (%)
Prob. Camp. (%)
Prob. Camp. (%)
Camp.
1
Cruzeiro
100,00
100,00
100,00
100,00
2
Atlético-PR
0,00
0,00
0,00
0,00
3
Grêmio
0,00
0,00
0,00
0,00
4
Goiás
0,00
0,00
0,00
0,00
5
Botafogo
0,00
0,00
0,00
0,00
Nota - Após 34ª Rodada.

PROBABILIDADES PARA ESTAR NA LIBERTADORES EM 2014 - VÁRIOS "SITES"
Posição
Clubes
UFMG - Matem.
Chance de Gol
Infobola
Média
P.R.
Times
Prob. Lib. (%)
Prob. Lib. (%)
Prob. Lib. (%)
Lib.
1
Cruzeiro
A Atualizar
100,00
100,00
100,00
2
Atlético-PR
A Atualizar
97,20
94,00
95,60
3
Grêmio
A Atualizar
79,10
84,00
81,55
4
Goiás
A Atualizar
65,70
69,00
67,35
5
Botafogo
A Atualizar
47,40
40,00
43,70
Nota - Após 34ª Rodada.

Posição
Clubes
UFMG - Matem.
Chance de Gol
Infobola
Média
P.R.
Times
Prob. Reb. (%)
Prob. Reb. (%)
Prob. Reb. (%)
Reb.
20
Náutico
A Atualizar
100,00
100,00
100,00
19
Ponte Preta
A Atualizar
98,00
93,00
95,50
18
Vasco
A Atualizar
78,00
77,00
77,50
17
Bahia
A Atualizar
43,50
41,00
42,25
16
Fluminense
A Atualizar
34,10
35,00
34,55
15
Criciúma
A Atualizar
31,00
32,00
31,50
Nota - Após 32ª Rodada.

Fontes:

Um abraço a todo(a)s e até o final da 36ª rodada.

J.A.R. – H.C.