Blog do Castorp

Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Ivan Junqueira - Sótão

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Para recuperar a memória dos fatos, sobretudo os mais agradáveis, costumamos acumular muitas coisas no sótão ou naquele famoso “quartinho”...
quarta-feira, 22 de abril de 2020

Miroslav Holub - Immanuel Kant

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Neste poeminha bem engraçado, o poeta tcheco – que deve estar fazendo falta ao povo de seu país nestes tempos de pandemia por coronavírus,...
terça-feira, 21 de abril de 2020

Mario Benedetti - Salário

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O ente lírico, neste poema, dedica-se a remoer o fato de que se sente frustrado de não ter chegado a ser exatamente aquilo que poderia ter...
segunda-feira, 20 de abril de 2020

Sophia de Mello Breyner Andresen - Com fúria e raiva

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Quanta propriedade nas palavras de Andresen, quando as associamos, nos dias que correm, ao demagogo e seu clã instalados na presidência de...
2 comentários:
domingo, 19 de abril de 2020

William Meredith - As consequências do amor

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Temos aqui mais uma das 3 (três) partes do poema de Meredith, nomeadamente a segunda – “As consequências do amor” –, na qual o poeta disco...
sábado, 18 de abril de 2020

Emily Dickinson - Invejo os mares, onde ele navega

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O teor deste poema de Dickinson tem algo de ambivalente: tanto pode ser lido (i) como direcionado a um pretendente – talvez a leitura mais...
sexta-feira, 17 de abril de 2020

Adélia Prado - As mortes sucessivas

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Relembrando os passamentos de seus familiares mais chegados – irmã, mãe e pai, nessa ordem –, Adélia afirma que depois disso jamais se con...
quinta-feira, 16 de abril de 2020

Wallace Stevens - Chá no Palaz de Hoon

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Neste poema de “Harmonium” (1923), Stevens tenta ampliar, através da imaginação, o escopo e os limites do que constitui o próprio “eu” – i...
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Rodrigues, J. A.
Brasília, DF, Brazil
Uma pessoa que nunca se preocupa com o que fazer da vida a cada momento, porque acredita que o maior prazer da vida esteja justamente na surpresa. Surpreender-se – e sempre – com a beleza em suas múltiplas manifestações: nos argumentos, nas palavras, nas artes, na natureza e, antes de tudo, nos seres humanos, quer no âmbito físico, quer – e principalmente – no espiritual.
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