Blog do Castorp

Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Emily Dickinson - Bateu um vento como um clarim

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Dickinson mostra-se um tanto quanto sensitiva neste poema, presenciando coisas que o próprio espírito suscitou de funesto, que poderiam ad...
quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Série “A” 2019 – 15ª Rodada – Projeções do Modelo Esotérico-Matemático (MEM)

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Vão aqui as projeções do MEM, finda a 15ª rodada do Brasileirão 2019. Apostas em sequência às duas primeiras tabelas, postam-se as probabi...

Elizabeth Bishop - O Peixe

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Depois de, em uma provável viagem de pesca pela Flórida, ter observado o grau de atrocidades pelas quais passou um grande peixe que fora c...
quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Almeida Garrett - Este inferno de amar

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Garrett afirma que o amor é um inferno, mas que somente ao cair nos braços da amada é que começou a, de fato, viver. E veja-se lá que as p...
Um comentário:
terça-feira, 20 de agosto de 2019

José Asunción Silva - O Mal do Século

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O poema é uma pilhéria entre um poeta exposto ao mal do século, vale dizer, à crise de valores e crenças na Europa romântica do século XIX...
segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Dylan Thomas - Lamento

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Sem vergonha de tornar explícitos os encontros concupiscentes pelos quais passou por sua curta vida, o poeta galês revela a influência oni...
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Rodrigues, J. A.
Brasília, DF, Brazil
Uma pessoa que nunca se preocupa com o que fazer da vida a cada momento, porque acredita que o maior prazer da vida esteja justamente na surpresa. Surpreender-se – e sempre – com a beleza em suas múltiplas manifestações: nos argumentos, nas palavras, nas artes, na natureza e, antes de tudo, nos seres humanos, quer no âmbito físico, quer – e principalmente – no espiritual.
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