Blog do Castorp

Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

José Carlos Ary dos Santos - Arte Peripoética

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Ary dos Santos teoriza sobre a necessidade de a poesia ser tão contemporânea quanto possível às experiências do poeta – e vai buscar respald...
quinta-feira, 24 de maio de 2018

Jacques Prévert - O Burro ‎

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Literalmente, o mau aluno é o tema deste poema de Prévert, que aqui como alhures, recebe o cognome de “burro”, em razão de suas poucas “luz...
2 comentários:
quarta-feira, 23 de maio de 2018

Pier Paolo Pasolini - À minha nação ‎

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Não fosse pela menção de que a Itália pertence à Europa, diria que Pasolini, de fato, talvez estivesse falando do Brasil (rs)! Poderia ele e...
terça-feira, 22 de maio de 2018

Fernando Pessoa - Não me importo com as rimas ‎

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Assim como Eugenio Montale, segundo o poema “ As Rimas ”, o poeta português pouca atenção confere a esse recurso de homofonia externa, comu...
segunda-feira, 21 de maio de 2018

Francisco Brines - O porquê das palavras ‎

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Não custa crer que o poeta espanhol, ao afirmar que não teve amor pelas palavras, de fato, não esteja falando a verdade, ou melhor, apena...
domingo, 20 de maio de 2018

Howard Nemerov - O Globo Diário ‎

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A forma como os jornais, em qualquer que seja a mídia, levam as notícias ao conhecimento dos usuários à volta do mundo nada mais é do que a...
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Rodrigues, J. A.
Brasília, DF, Brazil
Uma pessoa que nunca se preocupa com o que fazer da vida a cada momento, porque acredita que o maior prazer da vida esteja justamente na surpresa. Surpreender-se – e sempre – com a beleza em suas múltiplas manifestações: nos argumentos, nas palavras, nas artes, na natureza e, antes de tudo, nos seres humanos, quer no âmbito físico, quer – e principalmente – no espiritual.
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