Blog do Castorp

Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Luis Buñuel - Pássaro de Angústia

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De Buñuel tenho algumas recordações em função das sessões promovidas pela Associação Paraense de Críticos Cinematográficos (APCC), no antig...
segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Dylan Thomas - E a morte não terá nenhum domínio

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Quando falamos sobre a morte e da vida após a morte, discorremos, é óbvio, sobre algo sem que tenhamos passado pela experiência, recorrendo...
domingo, 22 de outubro de 2017

Murilo Mendes - Limites da Razão

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Os limites da razão são aqueles até onde o poema se espraia com algum sentido, além dos quais as palavras passam a ser reverberações metast...
sábado, 21 de outubro de 2017

Carmen Guasch - Dois

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Este poema inicia-se com um aparte: não sou capaz de confirmar se sua autora, identificada no livro em referência como a espanhola Carmen ...
sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Paul Valéry - Esboço de uma Serpente (excerto)

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A serpente, símbolo que, no Gênesis, representa a tentação pelo conhecimento, aparece enrolada na árvore da ciência, toda autoconsciência e...
quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Sérgio Milliet - Unidade

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Unidade e dualidade: muito provavelmente o poema de Milliet faz rápida digressão sobre as vicissitudes do relacionamento amoroso, em cujo i...
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Rodrigues, J. A.
Brasília, DF, Brazil
Uma pessoa que nunca se preocupa com o que fazer da vida a cada momento, porque acredita que o maior prazer da vida esteja justamente na surpresa. Surpreender-se – e sempre – com a beleza em suas múltiplas manifestações: nos argumentos, nas palavras, nas artes, na natureza e, antes de tudo, nos seres humanos, quer no âmbito físico, quer – e principalmente – no espiritual.
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