Blog do Castorp

Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Jorge Luis Borges - Heráclito

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Borges alude, neste poema, à filosofia de Heráclito, filósofo grego para quem tudo flui neste mundo: no amplo domínio da eternidade, jamais...
Um comentário:
quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Marianne Moore - A um Caracol

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Moore atém-se, nesta sua breve criação, essencialmente à forma como se deve finalizar um poema: dado que o caracol não possui pés, paradoxa...
terça-feira, 20 de setembro de 2016

Bertolt Brecht - Mau Tempo para a Poesia

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Escrito em 1939, no exílio, este poema de Brecht revela o conflito entre o horror da situação política ocasionada pelo nazismo e as manifes...
segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Dylan Thomas - A mão que assina o ato assassina a cidade

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Na competente tradução de Augusto de Campos, o galês Dylan Thomas aparece vertido neste poema à nossa “língua mátria”, para nos advertir so...
domingo, 18 de setembro de 2016

Guerra Junqueiro - Regresso ao Lar

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Nada como regressar à casa de onde se partiu, depois de décadas em aventuras para se alcançar o sentido da vida, no afã de materializar o d...
sábado, 17 de setembro de 2016

José Joaquim Corrêa de Almeida - A Lanterna de Diógenes

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Estou à procura de um homem ético naquele Parlamento que dista de minha residência uns quatro a cinco quilômetros em linha reta. Talvez vá ...
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Rodrigues, J. A.
Brasília, DF, Brazil
Uma pessoa que nunca se preocupa com o que fazer da vida a cada momento, porque acredita que o maior prazer da vida esteja justamente na surpresa. Surpreender-se – e sempre – com a beleza em suas múltiplas manifestações: nos argumentos, nas palavras, nas artes, na natureza e, antes de tudo, nos seres humanos, quer no âmbito físico, quer – e principalmente – no espiritual.
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