Blog do Castorp

Este blog adota o nome de personagem do romance “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, em homenagem a um dos maiores escritores do Século XX. Conhecer a obra de Mann é navegar, intensamente, no melhor que a mente humana foi capaz de produzir, em termos literários, na primeira metade da centúria passada: da imersão em sua obra jamais você, leitor, sairá do mesmo jeito que entrou. Certamente, poucos autores estarão à mesma altura para lhe oferecer ideias e o encanto da beleza!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Gonçalves Dias - O Vate

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Nem só da “ Canção do Exílio ” vive a poesia de Gonçalves Dias (rs)! Este poema, inserido na obra “Primeiros Cantos”, já revela um poeta p...
terça-feira, 22 de março de 2016

Pablo García Baena - Veneza

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Diga aí internauta, se você nunca sonhou em conhecer Veneza, com aquele sereno encanto, histórias para contar, enredos que vão da literatur...
segunda-feira, 21 de março de 2016

Elinor Wylie - Fuga

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Uma fuga para um mundo onde as lutas inglórias contra os agressores da natureza possam ser assimiladas sem dor, parece, à primeira vista, s...
domingo, 20 de março de 2016

Richard Wilbur - Uma Diferença

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O já quase centenário poeta Richard Wilbur propõe-nos um poema a diferençar um quarto de uma charneca ou pântano: em sua linha conclusiva, ...
sábado, 19 de março de 2016

Francisco de Quevedo - Amor constante para além da morte

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Neste soneto, o espanhol Quevedo evoca imagens que vão além do primeiro nível de leitura e se expandem em significados bem mais profundos q...
4 comentários:
sexta-feira, 18 de março de 2016

Jacob Nibenegenasábe - Tranquila até o degelo

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O poema abaixo transcrito, cuja referência atribui a autoria a Jacob Nibenegenasábe, poeta canadense, foi extraído, de fato, de um longo p...
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Rodrigues, J. A.
Brasília, DF, Brazil
Uma pessoa que nunca se preocupa com o que fazer da vida a cada momento, porque acredita que o maior prazer da vida esteja justamente na surpresa. Surpreender-se – e sempre – com a beleza em suas múltiplas manifestações: nos argumentos, nas palavras, nas artes, na natureza e, antes de tudo, nos seres humanos, quer no âmbito físico, quer – e principalmente – no espiritual.
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